sexta-feira, 31 de julho de 2015

Depois de quase dois anos sem escrever hoje eu acordei triste.
E lembrei que ainda sou uma adolescente embora já esteja com quase 20 anos, ainda não me considero adulta. Sou imatura demais pra ser adulta.
Eu ando por ai, pelo mundo, me sentindo vazia e sem utilidade.
Ando buscando um rumo para minha vida, o amor é bom mas não está sendo suficiente.
Me tornei a pessoa que sempre tive medo de ser, poucos amigos, namorada controladora, ciumenta e
possessiva ao extremo.
Cheguei onde não deveria ter vindo. Experimentei magoas, perdoei, e me tornei um monstro.
Incapaz de acreditar em mim mesma. Insegura!
Desempregadas, estudando, sem dinheiro, vendo tudo que eu faço ser julgado e jogado na minha cara. Presa, sem nem um pingo de independência, existindo.
Não posso dizer que estou totalmente infeliz porque apesar de tudo eu amo as pessoas que estão a minha volta, mas eu estou sem objetivos, tem coisa mais triste do que isso?
Do que ter tempo pra controlar a vida dos outros e não saber o que fazer da sua?
Já não sei qual o é o certo, se eu consigo viver com alguém ou deveria viver sozinha,
As vezes tenho vontade de mudar de cidade, trabalhar e estudar e me sentir dona da minha vida.
Mas ao mesmo tempo sou medrosa e incapaz de sair de casa. Estou sentindo que a depressão ta olhando pra mim e dizendo que já me ganhou. Sinto admitir mas ela esta perto de estar certa.
Hoje eu só preciso chorar, trancada no meu quarto, em silencio, só eu.
Estou triste comigo mesma por aceitar esta situação, to revoltada por não conseguir cuidar da minha própria vida e deixar meu namorado um pouco pra lá, por não conseguir sem livre e independente vou acabar perdendo tudo que ainda me resta, eu sei.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Eu senti seus lábios, eles estavam mais doces do que nunca,
A gente ficou horas conversando, e quando o assunto diminuía
eram os beijos que entravam em ação.
Estávamos sentados no banco de uma praça antiga e completamente vazia.
Os carinhos eram muitos, logo senti seus lábios descendo por meu pescoço,
uma de suas mãos segurava forte no meu cabelo a outra me puxava contra seu peito..
Quando menos esperava, me encontrei em seu colo. Sentia sua ereção pressionada contra minha cocha o que me fez parar, pois estávamos em publico, por mais que a praça estivesse vazia poderia aparecer alguém a qualquer momento.. Ai então levantei e convidei-o para irmos embora, ele me ergueu em seus braços, e fez meu corpo descer lentamente sobre o seu corpo me fazendo contorcer de vontade...

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mãe!
Eu nunca pesei que algum dia ia doer tanto, escrever essa palavra.
Será que algum dia essa dor vai amenizar?
Será que algum dia mãe, vai passar?
Quando eu vou acreditar que você não vai voltar?
Quando eu vou perder o hábito de querer te contar cada detalhe?
Mãe, eu nunca tinha me imaginado sem você, sem teu colo, sem teus carinhos..
Sem você!
Essa dor que ta aqui dentro, me coroe a cada dia.
Eu tento ser forte. Mas não da, tem horas que eu caio, e tudo que eu queria era você aqui pra me amparar, me ajudar a levantar. Mas você não está aqui...
Eu demorei mãe, só hoje consegui olhar nossas fotos.
Só hoje enfrentei, tive coragem...
Mas eu ainda te espero, ainda acho que você vai estar me esperando..

domingo, 8 de setembro de 2013

Reconciliação

Ele estava sentado no sofá, eu com cara de sono. Não sei viver sem este homem, ele passou apenas algumas horas aqui depois de mais uma discussão tosca e eu não resisti. Eu sei que foi culpa minha também, mas ele é muito possessivo. Nessas horas só tem uma coisa que ele não resiste. Voltei ao quarto, vesti uma liga, uma calcinha de renda e um sutiã pretos. Refiz a maquiagem, escovei brevemente o cabelo e voltei pé por pé até a sala de estar.
Sentei em seu colo, desabotoei a camisa lentamente e comecei um trilha de beijos em seu peito nu. Ele abriu os olhos e antes mesmo que eu pudesse falar "oi" ele me jogou em cima do tapete, prendeu meus punhos com uma mão sobre minha cabeça e me beijou durantes uns dez minutos a fio. Quando ele parou  eu estava sem folego, meu corpo queimava. Ele tirou a camisa, e eu fui aos céus. Mas ele se levantou, e foi ao banheiro, fiquei sem entender. Eu estava realmente fervendo, depois do beijo ainda mais e ele me deixa ali.. Esperei por cinco, dez, quinze minutos deitada no chão, até que pude ouvir o ranger da porta. Ele saiu enrolado em uma toalha branca, com o cabelo molhado e reacendeu instantaneamente meu desejo. Notei que sua intenção era me punir por eu ter o deixado com ciumes, mas eu não desisto tão fácil. Parei na porta do quarto olhando cada um de seus gestos, ele me ignorava mas eu sabia que ele queria tanto quanto eu, ou mais. Então desci uma das alças de meu sutiã, deixando o peito direito a mostra, acariciando lentamente o mamilo que estava endurecido, gemi baixinho só para provocá-lo. Ele engoliu a seco e saiu do quarto passando por mim sem conseguir desviar o olhar. Foi até a cozinha e eu fui atrás, agora eu vou até o final.
Chegando lá pude ver suas costas nuas e a toalha ainda enrolada em sua cintura, eu não resisti ao instinto e arranquei-a. Ele virou-se ofegante, mas eu o afastei, segurando seus punhos para trás. Agora eu estou no comando, encostei meus lábios aos seus.. corri o dedo por seu peito e senti seu arrepio. Soltei suas mãos que agora estavam mais sedentas do que nunca. Ele me pegou em seus braços fortes e me largou sobre a cama seus carinhos me levaram a loucura, ele me fez sua mulher a noite inteira sem dizer se quer uma palavra, só sentimos a respiração um do outro e o desejo ardendo nas veias. Ele sabe que adoro nossas reconciliações, deve ser por isso que é tão insistente com estes ciumes.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Era um dia frio de um inverno qualquer, eu estava sentada na cama lendo. Ouvi meu telefone tocar, peguei-o, então tive um surpresa. Caio, o cara que eu amei, e que me deixou. Faziam dois anos que não nos falávamos, e agora ele estava me ligando.. exitei por um instante, enquanto lembrava da dor que senti quando ele foi embora, mas atendi. Ninguém falou nada, mas eu podia ouvir a respiração do outro lado da linha, era ele. Não sei por qual motivo mas isso mexeu comigo. Eu sabia que ele não tinha me trocado por outra, tinha noticias raras. A gente se amou tanto, há quem diga que o amor não acaba, que quando é de verdade ele é eterno, mas eu discordo. O amor morre, se ele não for alimentado, se não for cuidado. Caio matou o que eu sentia por ele, e não há dor maior que essa, é como se uma parte sua morresse aos poucos dentro do peito. Hoje eu já não choro mais.. raramente me lembro dele, eu até tentei outros relacionamentos depois que Caio se foi, mas não deram certo, então deixei o tempo decidir.. Agora essa ligação? Mexeu com algo que estava adormecido, mas não foi com o amor… foi a dor que ele me causou! Eu sofri por um bom tempo, chorei rios de lágrimas, mas com o passar dos dias isso foi diminuindo. O telefone silenciou e eu continuei a ler, estava tomando café e usando um casaco rosa, mas depois desse episódio que me dei conta que ele havia me dado o casaco e que café era sua bebida predileta. Me dei conta de quantas coisas compartilhamos em menos de 3 anos, pra simplesmente ele se ir e deixar tudo pra trás. O que mais dói é não saber o porque, talvez medo de amar de mais? Não tinha mais como sentir algo por ele, mas porque essa respiração me abalou tanto? Pensei durante horas, e enfim entendi, eu não o amava porque o amor morreu, não tinha volta… mas a saudade dos momentos bons… essa fica, e fica pra sempre!

#Alice Marques #via http://alycy.tumblr.com/

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Meu mundo


Quando o avistei, ainda muito distante meu coração parou de bater e a cada passo que ele dava era como se o ar voltasse aos poucos. Caminhei em sua direção e quando nos aproximamos senti um estouro no peito, meu coração disparou. Ele então chegou bem perto, parou e com um gesto nada delicado colou seu corpo ao meu. Nossos rostos se tocavam eu podia sentir sua respiração ofegante ao pé do meu ouvido. Lentamente ele beijou meu pescoço me fazendo arrepiar por inteiro, até chegar em minha boca, então ele parou e eu podia sentir o calor de seu hálito se misturando ao meu. Uma de suas mãos se entrelaçou em meus cabelos dando um leve puxão para trás, a outra segurava firme em minha cintura sem deixar que nossos copos se afastassem, se quer por um instante. Quando me dei por conta, minhas mãos o abraçavam forte e uma delas estava por dentro de sua camisa e minhas unhas pressionavam em sua pele suada. Nossos lábios se tocaram e foi come se não pudessem mais se separar. Senti um calor subindo por meu corpo e sem sentir subi uma de minhas mãos colocando-a em sua nuca e puxando forte seus cabelos lisos. Nesse momento percebi que o corpo dele estremeceu, dai em diante não conseguia mais controlar meu atos e lentamente ele me conduziu para dentro de casa, porem a cama estava longe e o desejo era ardente. Nos deitamos no chão sobre o tapete, ele alisava meu corpo por baixo da roupa me fazendo arrepiar e não pude conter o impulso que me fez arrancar sua camisa então nos perdemos no tempo e nos entregamos a paixão. Quando acordei, abri os olhos lentamente e sol brilhava por uma fresta da janela entre aberta. Fechei os olhos novamente pedindo pra que não fosse só mais um sonho, foi então que senti o peso de seu braço sobre meu corpo. Lentamente me virei e fitei-o. Era mesmo ele. Seu corpo quente, forte e completamente despido ainda estava colado ao meu. Minha respiração tranquilizou… nem me preocupei em saber onde estávamos, muito menos que horas eram. Passei minha perna por entre as dele, abracei-o e encostei meu rosto em seu peito. Era como se eu segurasse o mundo em meus braços. Ele estava de volta!

Alice Marques

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ama?

Ama mesmo? Ama tanto assim? Mesmo sabendo que esse sentimento não é reciproco? Mesmo depois de tudo que eu já te falei?  Se ama tanto assim, conquista!
Me ama assim, toda quieta no meu canto, me ama sem me encontrar as baladas, me ama sem esse "agito" todo dos teus finais de semana, me ama mesmo eu sendo caseira, mesmo eu gostando de olhar filme, comer brigadeiro e dormir cedo.
Quem ama se doa, se sacrifica. Quem ama, ama como é.. mas eu não amo. Então se esse amor é tão grande assim, se você quer tanto: Conquista! Muda, sacrifique-se, adapte-se. Não queira que eu o ame assim, com esse seu jeito de ser... o máximo que você consegue, me fazendo ciumes, bancando o CARA das baladas, é me irritar. Se você ama, sujeite-se.
Escolhas, a vida é feita delas meu caro. Ama? Jogue-se. Quem ama, abre mão, quem ama conquista. Não será com juras e declarações que vou passar a amar ninguém. Eu não gosto desse seu estilo, desse modelo que você adotou. Não curto essa bagunça. Mas você me ama?

Alice Marques